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Embora ganeses, brasileiros, dominicanos e afrodescendentes na Grã-Bretanha possam habitar "o rastro" da escravidão (Sharpe, 2016), estamos interessados nas particularidades dessas histórias, em como essas "vidas posteriores" (Hartman, 2001) da escravidão são compreendidas e como, guiados por tal diversidade, o passado da escravidão pode ser (re)imaginado e representado.
Em Gana, Brasil, Dominica e Grã-Bretanha, a equipe investigará a relação entre as histórias divergentes e as consequências da escravidão, bem como as lutas sociais e políticas em torno das memórias e narrativas da escravidão que continuamente desestabilizam ou remetem a esse passado instável/desestabilizador. O projeto considera a importância do gênero na formação das histórias da escravidão e nas representações contemporâneas do passado. Também abordamos as histórias de quilombos ou aquilombar, que oferecem perspectivas divergentes sobre o entrelaçamento de passados, presentes e futuros.